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IZOTON - HUMOR

- Um blog de um brasileiro de Vila Velha-ES, elaborado em um Provedor português. Obrigado, Equipe SAPO! Este blog é feito com muito amor, e com muito humor. O meu lema: Viver a vida a sério, mas brincando. O meu objetivo: Fazer alguém sorrir.

IZOTON - HUMOR

- Um blog de um brasileiro de Vila Velha-ES, elaborado em um Provedor português. Obrigado, Equipe SAPO! Este blog é feito com muito amor, e com muito humor. O meu lema: Viver a vida a sério, mas brincando. O meu objetivo: Fazer alguém sorrir.

30.06.15

UMA RAÇÃO ESPECIAL


izoton

PARA PINTO

          Denise era uma moça da roça, e ela foi convidada para participar de uma festa na cidade. No Convite dizia que a roupa a ser usada tinha que ser o social. Ela não tinha vestido, mas tinha saia. Ela estava acostumada com as tarefas da roça, onde usava mais calça comprida, e por isso ela não tinha o costume de usar calcinha. Como por perto não tinha Loja de Roupas Íntimas, ela pegou um saco de ração que estava no paiol de sua casa, e com este saco ela costurou uma calcinha para ela.

          E no dia da festa lá foi Denise, de saia, e com a calcinha de saco de ração que ela tinha costurado. Ela pegou o trem para a cidade, e como ela estava acostumada a só usar calças compridas, ela sentou-se bem à vontade, de pernas bem abertas, em uma das poltronas do trem. Logo à sua frente estava sentado um caipira, que não tirava os seus olhos da calcinha da moça. Algum tempo depois Denise sentiu-se incomodada com a insistência dos olhares do caipira, e ela resolveu lhe perguntar:

          — Ô cara, parece que você nunca viu uma calcinha, né?

          O caipira olhou para Denise, depois tornou a olhar para a calcinha dela, e lhe respondeu:

          — Olha, moça, calcinha eu já vi muitas. Mas é a primeira vez que eu vejo escrito em uma calcinha: “Ração para Pintos”.

27.06.15

A TAL DA LÍNGUA


izoton

DE SOGRA

          O Guarda Rodoviário fez sinal para Alberto parar o seu carro, e logo em seguida ele lhe disse:

          — O senhor estava dirigindo a 110 km, e a velocidade nessa rodovia é de 80 km. Deixe-me ver os seus documentos.

          E Alberto contestou:

          — Espera aí, seu Guarda, eu estava a apenas 80 km...

          Nisso a sogra dele, que estava no banco de trás, disse:

          — Ah, Beto, que é isso! Você estava a mais de 120 km... E eu vinha falando para ele, seu Guarda: Alberto, diminua essa velocidade...

          Alberto olhou para a sua sogra, com uma cara de ódio, e o Guarda lhe disse:

          — E a sua lanterna direita não está funcionando.

          — Caramba, seu Guarda, quando eu saí de casa ela estava em perfeitas condições. Deve ter pifado aqui, agora, quando estacionei o meu carro.

          E a sua sogra disse:

          — Que coisa feia ficar falando isso para o Guarda, Alberto. Há muitos dias que você vem falando que precisa consertar a lanterna...

          Alberto fez um sinal para a sua sogra, para parar de falar, mas...

          — E não vem fazendo sinal para mim, não, Beto, que eu não sou dessas de ficar calada, não... Você está todo errado, mesmo!...

          E o Guarda disse, registrado a sua ocorrência:

          — E o senhor está sem o cinto de segurança.

          — Não, seu Guarda, eu estava com o cinto. Eu só tirei o cinto para me facilitar de eu pegar os documentos que o senhor me pediu...

          E a sogra disse:

          — Pare de falar uma coisa dessa, Alberto! Você nunca usa cinto de segurança...

          Então Alberto não se conteve, e gritou:

          — Cale essa boca, sua velha idiota!

          Nesse momento o Guarda olhou para ela, e lhe perguntou:

          — Ele sempre grita assim com a senhora?

          E a sogra lhe respondeu:

          — Não, seu Guarda, só quando ele bebe...

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