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IZOTON - HUMOR

- Um blog de um brasileiro de Vila Velha-ES, elaborado em um Provedor português. Obrigado, Equipe SAPO! Este blog é feito com muito amor, e com muito humor. O meu lema: Viver a vida a sério, mas brincando. O meu objetivo: Fazer alguém sorrir.

IZOTON - HUMOR

- Um blog de um brasileiro de Vila Velha-ES, elaborado em um Provedor português. Obrigado, Equipe SAPO! Este blog é feito com muito amor, e com muito humor. O meu lema: Viver a vida a sério, mas brincando. O meu objetivo: Fazer alguém sorrir.

30.01.16

UMA MULA


izoton

MUITO VALIOSA

          Conta-se que um agricultor tinha uma esposa muito ranzinza. Ela estava sempre reclamando de alguma coisa, e o único momento de alívio que ele tinha era quando estava sozinho, arando com a sua velha mula.

          Certo dia, quando ele estava arando, a sua esposa trouxe-lhe o almoço. Ele levou a mula para a sombra, sentou-se em um toco, e começou a comer. Então a sua esposa começou a importuná-lo, reclamando, criticando, sem parar. De repente, a mula deu um coice, e acertou a mulher na nuca, causando-lhe morte instantânea.

          No outro dia, durante o velório, o Padre percebeu algo estranho. Ele notou que, quando uma mulher se aproximava do viúvo, ele a ouvia, e balançava a cabeça, concordando, mas quando um homem se aproximava do viúvo, ele o ouvia, e em seguida balançava a cabeça, discordando. Isto ocorreu várias vezes, e logo após o funeral, o Padre perguntou ao velho agricultor:

          — Por que é que no velório você acenava afirmativamente, com a cabeça, para as mulheres?

          — Bem, é que as mulheres vinham, e me diziam algo de bom sobre a minha esposa. Então eu balançava a cabeça, concordando com elas.

          — E por que você sempre negava, com a cabeça, para os homens?

          — Bem, é que eles queriam saber se a mula estava à venda!

23.01.16

UM HOMEM


izoton

MUITO SENSÍVEL

          Frederico estava em um botequim, tomando umas cachaças, e jogando uma partida de dominó, com mais três colegas. De repente passou um enterro, pela rua, acompanhado por algumas pessoas. Imediatamente Frederico interrompeu o jogo, levantou-se, foi até a porta do botequim, tirou o chapéu, e ficou observando o cortejo. Durante alguns minutos ele ficou ali, em pé, em silêncio, com o semblante visivelmente entristecido.

          Quando o enterro terminou de passar, ele recolocou o chapéu na cabeça, e voltou a sentar-se, para continuar o jogo de dominó. Então um dos parceiros de jogo lhe disse:

          — Esse foi o gesto mais comovente que eu já vi, em toda a minha vida! Eu acho que todos nós devíamos ter feito isso que você fez.

          E Frederico lhe disse, ainda emocionado:

          — Bem, é o enterro de minha falecida mulher. Depois de vinte anos de casado com ela, acho isso que era o mínimo que eu poderia fazer, né...

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