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IZOTON - HUMOR

- Um blog de um brasileiro de Vila Velha-ES, elaborado em um Provedor português. Obrigado, Equipe SAPO! Este blog é feito com muito amor, e com muito humor. O meu lema: Viver a vida a sério, mas brincando. O meu objetivo: Fazer alguém sorrir.

IZOTON - HUMOR

- Um blog de um brasileiro de Vila Velha-ES, elaborado em um Provedor português. Obrigado, Equipe SAPO! Este blog é feito com muito amor, e com muito humor. O meu lema: Viver a vida a sério, mas brincando. O meu objetivo: Fazer alguém sorrir.

19.08.17

NÃO CABEU


izoton

NO PAPÉU

          A Professora mandou os alunos escreverem uma redação, em Sala de Aula. O tema era “O meu cão”. Meia hora depois a Professora recolheu as redações, e começou a corrigir. Quando ela chegou na redação de Julinho, ela chamou Julinho, e lhe disse:

          — Julinho, você escreveu: “O meu cão não cabeu na casinha de cachorro”...

          — É porque o meu cachorro é muito grande, e a casinha é pequena, Professora...

          — Não, não se trata disso. Trata-se de que não se escreve “cabeu”. Escreve-se “coube”. Tome esta folha de papel, e escreva a palavra “coube”, 100 vezes.

          Alguns minutos depois Julinho levou a papel à Professora, e lhe disse que tinha acabado. A Professora contou as palavras “coube”, e só tinham 90 palavras “coube”, escritas no papel. E ela lhe disse:

          — Julinho, eu te mandei escrever cem vezes, a palavra “coube”. Por que você só escreveu 90 vezes?

          — Ah, Professora, é que não cabeu no papel, né...

12.08.17

PAGANDO O PATO


izoton

ALIÁS, PEGANDO O PATO...

          Conta-se por aí que um doido, mas bem letrado, ouviu um barulho em seu quintal, e ele foi até lá, para ver o que estava acontecendo. Ele viu que era um homem, tentando roubar os seus patos. Ele se aproximou, e surpreendeu o ladrão, que já se preparava para pular o muro, carregando alguns de seus patos. E o doido letrado disse:

          — Oh, bucéfalo anácrono! Não te interpelo pelo valor intrínseco dos bípedes palmípedes, mas sim pelo ato vil e sorrateiro, de profanares o recôndito da minha habitação, levando meus ovíparos, à sorrelfa, e à socapa.

          O ladrão ficou parado, olhando para o doido, que continuou:

          — Se fazes isso por necessidade, eu transijo. Mas se é para zombares da minha elevada prosopopéia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com a minha bengala fosfórica, bem no alto da tua sinagoga. E o farei com tal ímpeto, que te reduzirei à quinquagésima potência do que o vulgo denomina de “nada”.

          O ladrão continuou parado, olhando para o doido, sem saber o que fazer. E acabou dizendo:

          — Doutor, me diga uma coisa: O que o senhor acabou de me dizer, é para eu levar os patos, ou é para eu deixar os patos?